Políticas Federais de Educação

Qual é o papel do professor em tempos de polêmicas políticas?
Em busca da democracia
Sex, 15 de Abril de 2016 19:47, Escrito por Rodrigo Travitzki

Há quem acredite que o professor não pode interferir em política, pois sempre acaba puxando a sardinha pro seu lado. Acho que esse ponto de vista tem uma visão muito restrita do que é política e/ou do que é professor. A política se faz com atos cotidianos, não apenas posições partidárias. E o professor é muito mais do que um transmissor neutro de conteúdos, ele é um exemplo de ser humano, de preferência um excelente exemplo.

O professor, como qualquer outro ser humano, é um ser político, a diferença é que ele precisa ter certos cuidados enquanto "professa". Ele precisa ensinar o aluno a pensar por si próprio, ouvir os outros, entender e ser entendido. Em termos afetivos, o aluno precisa gostar de se expressar e de entender os outros, o que tem tudo a ver com o modo como se opera no cotidiano. Sendo assim, mesmo quando discorda veemente de uma opinião do aluno (ainda por cima mal formulada!), um bom professor talvez perguntasse: "não entendi bem, você pode explicar melhor?". Depois elogiaria a melhor clareza da opinião e perguntaria, então, a opinião da classe. E a conversa continuaria, ampliando nos alunos a capacidade de compreensão de si, do outro e do mundo.

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Como debater de forma racional? Russell ensina.
Métodos de ensino
Qua, 27 de Maio de 2015 13:45, Escrito por Rodrigo Travitzki

Em tempos de acaloradas discussões pela internet, há todo um submundo dos comentários de redes sociais e sites que é revelador de nossas limitações em discutir certos assuntos utilizando aquela virtude que é supostamente comum à toda a espécie: a razão.

Frente a limitações, é sempre bom aprender um pouco mais. Vejamos então alguns princípios que podem ajudar aqueles que buscam, de fato, apurar a verdade dos fatos, de forma pública, honesta e transparente.

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Esperanças na posse do novo Ministro da Educação
Políticas públicas de educação
Ter, 07 de Abril de 2015 20:51, Escrito por Rodrigo Travitzki

Em discurso de posse conciliador, o Ministro da Educação prof. Renato Janine valoriza o professor e chama toda a sociedade para assumir a responsabilidade pela famosa frase “a solução para o Brasil é a Educação”.

O filósofo fez uma bela fala, valorizando o fortalecimento da democracia nas últimas três décadas, sem partidarismos.

A presidenta Dilma acrescentou que os ajustes econômicos não afetarão o MEC. A fonte de recursos futuros para a educação, disse ela, está garantida com o pré sal, que já é responsável por 27% da produção nacional de petróleo.

Assista aqui o discurso do Ministro no youtube

 

O mito da doutrinação marxista baseada em Paulo Freire
Em busca da democracia
Seg, 16 de Março de 2015 14:04, Escrito por Rodrigo Travitzki

Uma das faixas na manifestação de domingo chamou a atenção de educadores pelo Brasil afora. Ela dizia "chega de doutrinação marxista: basta de Paulo Freire". Não acredito que esta ideia represente a maioria dos que foram às ruas no dia 15, mas sua simples expressão pública já é suficiente para tentar por alguns "pingos nos is".

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Luz para Todos
Utopia e cotidiano: buscando práticas idealistas
Qua, 23 de Novembro de 2011 22:14, Escrito por Sofia Clemente Leão, Luisa M. de Vasconcellos Pinto e Isabel Vieira Penalba

1- INFORMAÇÕES GERAIS

Escolhemos para esse trabalho o programa Luz para Todos do governo federal que, desde 11 de novembro de 2003, vem levando energia elétrica, gratuitamente, para o meio rural em todo o território brasileiro com o objetivo de trazer desenvolvimento sócio-econômico para o campo. O programa foi concebido pelo presidente durante o Governo Lula e implantado pela então ministra Dilma Rousseff, hoje, durante o governo de Dilma, ele é conduzido pelo ministro Edison Lobão e operacionalizado pela Eletrobrás.

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Podem a ética e a cidadania ser ensinadas?
Princípios filosóficos
Dom, 17 de Janeiro de 2010 22:26, Escrito por Rodrigo Travitzki

José Sergio de Carvalho: "Tratava-se, então - como se trata hoje - de se perguntar como formar o homem para que ele se torne um cidadão, um membro da coletividade que possa tomar para si as responsabilidades e o desafio de criar leis e princípios de convivência com o outro e com o público e conduzir-se de acordo com eles. O problema se torna agudo quando não mais se trata de formar alguns, uns poucos que devem deter o poder, mas de formar todos os cidadãos para que, na igualdade que os marca em face da lei (isonomia) e do direito à opinião (isegoria), eles possam participar ativamente da construção e da gestão do espaço público e da elaboração e legitimação dos princípios morais e legais que os conduzem."

 

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