Políticas Federais de Educação

Repensando a universidade brasileira
Políticas públicas de educação
Ter, 03 de Junho de 2014 10:26, Escrito por Rodrigo Travitzki

O momento é oportuno para (re)pensarmos as nossas universidades. Décadas depois do duro golpe que o Ensino Superior (principalmente os grandes educadores e intelectuais brasileiros) sofreu das didaturas militares, começamos a (tentar) reconstruir nossas instituições voltadas ao trabalho intelectual. Primeiro houve um aumento das universidade privadas (era FHC), seguido de um aumento nas públicas (era Lula), mas ainda não sabemos direito o que fazer com elas, o que fazer com o conhecimento. Para alimentar a discussão, colo abaixo um trecho do texto de Vladimir Safatle, sobre a crise na usp, e logo abaixo uma crítica mais apimentada da universidade brasileira, de Nildo Ouriques.

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O pensamento divergente na educação - excelente vídeo!
Métodos de ensino
Seg, 16 de Abril de 2012 05:03, Escrito por Rodrigo Travitzki

Entrei em contato com este vídeo através do Facebook e gostei muito. Ele trata de algumas questões importantes sobre o modelo de educação pública que vem crescendo desde o iluminismo e suas contradições. O autor defende uma mudança de paradigmas e, diferente de muitos outros discursos parecidos, busca explicar como seria esta mudança. O centro da argumentação é o chamado pensamento divergente, que seria, simplificando, a habilidade de dar muitas respostas para a mesma pergunta.

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Professora Amanda Gurgel fala da crise na educação para os deputados
Políticas públicas de educação
Sex, 20 de Maio de 2011 11:07, Escrito por Rodrigo Travitzki

Vejam esse belo depoimento da professora Amanda Gurgel durante audiência pública sobre o cenário da educação no Rio Grande do Norte.

Este vídeo está bombando na internet, e realmente vale a pena dar uma olhada.

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Cultura Escolar Brasileira (Azanha)
Princípios filosóficos
Sex, 09 de Abril de 2010 10:54, Escrito por Rodrigo Travitzki

AZANHA: "A legitimidade política da reivindicação por uma maior participação na discussão e no encaminhamento dos interesses coletivos conduziu os educadores, muitas vezes sem maior análise, a exigirem tembém que as questões educacionais, muitas das quais embora estritamente técnicas, passassem a ser discutidas e resolvidas por assembléias e conselhos não apenas de educadores e de pais, mas até mesmo de alunos. Não se põe em dúvida que incentivar as comunidades a se interessarem pela escolas que as servem e a pressioná-las a serem boas escolas é inteiramente defensável. Daí a admitir que a situação pedagógica não requer nenhuma qualificação profissional para a sua condução é até mesmo uma desvalorização da formação do professor. Quais são as perspectivas de que esse encaminhamento seja razoável e contribua efetivamente para a solução da crise educacional em que vivemos?"

 

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Quem quer ser professor? Pesquisa revela profissão em baixa
O educador
Ter, 02 de Fevereiro de 2010 20:35, Escrito por Rodrigo Travitzki

Anda circulando por aí a notícia de que 2% dos jovens querem ser professor (a maioria quer fazer direito, engenharia e medicina). O dado vem de uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, foi divulgado pelo Gilberto Dimenstein e está por toda a rede. As "notícias-espetáculo" se espalham rapidamente, mas pouca gente dá atenção às letras miúdas. Resolvi dar uma olhada na pesquisa propriamente dita e vi muita coisa interessante/alarmante.

De fato, o estudo mostra que a profissão de professor está em baixa no imaginário dos jovens, mas seria bom fazer uma ressalva sobre o número. Esses 2% referem-se aos alunos que querem fazer pedagogia ou alguma licenciatura. Eu, por exemplo, que sou professor há dez anos, não teria feito esta opção no ensino médio. O número aumenta para 11% quando inclui as opções por carreiras acadêmicas, ligadas à docência (matemática, história, etc...).

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O professor vem sendo injustamente culpado pela situação educacional?
O educador
Dom, 26 de Outubro de 2008 11:31, Escrito por Rodrigo Travitzki

É uma das perguntas que podemos fazer a partir das idéias de Lisete Arelaro na reportagem Sozinho, professor não muda a educação, avaliam especialistas que colei abaixo:

Amanda Cieglinski, repórter da Agência Brasil

Brasília - Bons salários e uma formação adequada aos professores não garantem melhoria da qualidade do ensino, acreditam educadores. "O professor é variável fundamental no processo, mas não é a única", avalia a doutora em educação da Universidade de São Paulo (USP), Lisete Arelaro. No dia do professor, a especialista lembra que a educação é formada por uma série de fatores e o docente, apesar de ser peça-chave, "não muda sozinho a escola e o sistema".

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