Políticas Federais de Educação

Qual é o papel do professor em tempos de polêmicas políticas?
Em busca da democracia
Sex, 15 de Abril de 2016 19:47, Escrito por Rodrigo Travitzki

Há quem acredite que o professor não pode interferir em política, pois sempre acaba puxando a sardinha pro seu lado. Acho que esse ponto de vista tem uma visão muito restrita do que é política e/ou do que é professor. A política se faz com atos cotidianos, não apenas posições partidárias. E o professor é muito mais do que um transmissor neutro de conteúdos, ele é um exemplo de ser humano, de preferência um excelente exemplo.

O professor, como qualquer outro ser humano, é um ser político, a diferença é que ele precisa ter certos cuidados enquanto "professa". Ele precisa ensinar o aluno a pensar por si próprio, ouvir os outros, entender e ser entendido. Em termos afetivos, o aluno precisa gostar de se expressar e de entender os outros, o que tem tudo a ver com o modo como se opera no cotidiano. Sendo assim, mesmo quando discorda veemente de uma opinião do aluno (ainda por cima mal formulada!), um bom professor talvez perguntasse: "não entendi bem, você pode explicar melhor?". Depois elogiaria a melhor clareza da opinião e perguntaria, então, a opinião da classe. E a conversa continuaria, ampliando nos alunos a capacidade de compreensão de si, do outro e do mundo.

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Foucault: escola ou prisão?
Filósofos
Ter, 08 de Setembro de 2015 11:48, Escrito por Vinicius Siqueira

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O princípio da instituição prisional, em teoria, é o reestabelecimento do preso. No entanto, esta relação reflexiva, dita pelo próprio discurso do enclausuramento, não é efetiva, não é real. Sabemos, a partir de Michel Foucault, que o funcionamento da prisão cria delinquentes, categoria própria da modernidade, indivíduo preso ao crime e condenado a ser criminoso para sempre – portanto, condenado a ser útil para o Estado eternamente.

É na prisão que a sociedade disciplinar mostra sua última arma: ou o indivíduo se corrige lá, ou passa o resto de sua vida dentro da instituição. O preso é o alvo perfeito da disciplina, é lá que o indivíduo é isolado, forçado a trabalhar e controlado.

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Para que serve a escola?
Princípios filosóficos
Seg, 09 de Setembro de 2013 23:55, Escrito por Rodrigo Travitzki

Entrevista do professor Vitor Paro no SPTV com diversos comentários interessantes sobre o papel da escola e da educação. Não precisa concordar com tudo, mas vale a pena dar uma olhada.

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Professora Amanda Gurgel fala da crise na educação para os deputados
Políticas públicas de educação
Sex, 20 de Maio de 2011 11:07, Escrito por Rodrigo Travitzki

Vejam esse belo depoimento da professora Amanda Gurgel durante audiência pública sobre o cenário da educação no Rio Grande do Norte.

Este vídeo está bombando na internet, e realmente vale a pena dar uma olhada.

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Aluno da 7a série condenado a pagar 8 mil por bullying
Cidadania
Qua, 19 de Maio de 2010 13:13, Escrito por Rodrigo Travitzki

DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA (MG):

19/05/2010 - Aluno é condenado por bullying

O juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou um estudante de 7ª série a indenizar a sua colega de classe em R$ 8 mil pela prática de bullying. Bullying são atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo.

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Por que os professores faltam tanto?
O educador
Qua, 21 de Outubro de 2009 22:40, Escrito por Rodrigo Travitzki

A mesa foi coordenada por Aparecida Neri Souza, professora da Faculdade de Educação da Unicamp. Ela destacou como elemento comum das falas iniciais dos debatedores o destaque ao mal-estar na profissão docente, tratado como fenômeno social. “Há uma desvalorização da carreira, simultânea às mudanças nas exigências profissionais, com situações de violência e de indisciplina, por exemplo”, afirmou.

Neri destacou os efeitos negativos da profissão, sentimentos como angústias, alienação, ansiedade, banalização do mal e postura desumanizada diante das condições de vida que passam pelos olhos do professorado em sala de aula. “Nesse contexto, o absenteísmo surge como estratégia de defesa, assim como a remoção, evasão e desvio de função”. Para Neri, o professor é movido pela crença de que a educação transforma e “a impossibilidade disso, o descompasso entre expectativas e possibilidade de alcançá-las provoca estresse laboral”.

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