Políticas Estaduais de Educação

Senado propõe projetos para melhorar atratividade da carreira docente
Políticas públicas de educação
Sáb, 06 de Novembro de 2010 11:49, Escrito por Rodrigo Travitzki

A questão da condição de trabalho dos professores é um grande gargalo nas políticas públicas de educação. Não basta dar bônus ou fazer provas de seleção (como se faz em empresas), veja o exemplo do estado de São Paulo que teve que contratar professores reprovados nos testes. Por quê? Porque quase ninguém quer ser professor, como constata pesquisa da Fundação Carlos Chagas.

Ou seja, há muito o que fazer. Além de focar na formação de professores, precisamos mudar as estruturas, as condições de trabalho, não adianta ficar passando maquiagem. E o que os legisladores estão propondo para o país?

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SP vai contratar professores reprovados na avaliação dos temporários
Políticas públicas de educação
Qua, 26 de Maio de 2010 12:37, Escrito por Rodrigo Travitzki

Enquanto o governo federal planeja elaborar uma prova nacional para professores, o governo estadual acaba de concluir que precisará contratar pessoas reprovadas na avaliação dos professores temporários (ou mesmo quem nem fez a avaliação). Será que realmente faltam bons professores em São Paulo? Ou será que o governo não conseguiu tornar a carreira de fato mais atraente? Enquanto as perguntas ficam sem resposta, a tão aclamada meritocracia continua a ocupar seu lugar de destaque ao lado do Papai Noel e do coelho da Páscoa.

E para ambos os governos, a mensagem é clara: o processo seletivo, em si, não gera professores melhores. Não há mágica. Não faz sentido culpar o atual corpo docente por falta de esforço e simplesmente aumentar o nível de exigência sem propiciar, paralelamente, condições melhores para atrair bons profissionais e estimular os que já estão lá.

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"ENEM do professor" já em 2011 - consulta pública
Políticas públicas de educação
Sex, 21 de Maio de 2010 14:02, Escrito por Rodrigo Travitzki

O MEC está propondo um sistema de avaliação semelhante ao ENEM, só que para os professores que desejam ingressar nas redes municipais e estaduais de ensino. A ideia é controversa, alguns especialistas consideram ser necessário mais tempo de discussão para que possa ser adequadamente implementada. Como o ENEM, este exame contará com uma matriz de competências e habilidades. Quem quiser dar sua opinião a respeito, a consulta pública já está aberta, e só durará 45 dias. Clique aqui para dar sua opinião na consulta pública sobre o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, carinhosamente apelidado de "ENEM do professor".

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Quem quer ser professor? Pesquisa revela profissão em baixa
O educador
Ter, 02 de Fevereiro de 2010 20:35, Escrito por Rodrigo Travitzki

Anda circulando por aí a notícia de que 2% dos jovens querem ser professor (a maioria quer fazer direito, engenharia e medicina). O dado vem de uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, foi divulgado pelo Gilberto Dimenstein e está por toda a rede. As "notícias-espetáculo" se espalham rapidamente, mas pouca gente dá atenção às letras miúdas. Resolvi dar uma olhada na pesquisa propriamente dita e vi muita coisa interessante/alarmante.

De fato, o estudo mostra que a profissão de professor está em baixa no imaginário dos jovens, mas seria bom fazer uma ressalva sobre o número. Esses 2% referem-se aos alunos que querem fazer pedagogia ou alguma licenciatura. Eu, por exemplo, que sou professor há dez anos, não teria feito esta opção no ensino médio. O número aumenta para 11% quando inclui as opções por carreiras acadêmicas, ligadas à docência (matemática, história, etc...).

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Professor nota zero foi 4 vezes pior que o "chute" - veja o cálculo
Políticas públicas de educação
Ter, 17 de Fevereiro de 2009 18:06, Escrito por Rodrigo Travitzki

Segundo as informações de Dimenstein (afinal ainda não saiu estatística oficial da secretaria com os resultados), dos 214 mil professores que participaram da prova, 3 mil tiraram zero. Isso espantou a todos. Alguns disseram que era um número muito alto, estatísticamente improvável. Será mesmo?

Resolvi verificar esta hipótese com um cálculo simples. A conclusão foi: se todos os professores chutassem todas as questões, seria esperado que 808 deles tirassem zero. O que é quase um quarto de 3 mil. Ou seja, é bastante improvável que tantos professores (ou seres humanos jogando dados) tenham tirado zero na prova.

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