Políticas Estaduais de Educação

Autonomia escolar na rede pública: alguns princípios
Princípios filosóficos
Dom, 20 de Setembro de 2009 00:00, Escrito por Rodrigo Travitzki

José Mário Pires Azanha“A questão da autonomia escolar e de seu desdobramento num projeto pedagógico é, como problema, típico da escola pública que (...) está sempre sujeita a interferências de órgãos externos. (...) Essa situação não é, em si mesma, negativa, mas freqüentemente acaba sendo, porque órgãos centrais, com maior ou menor amplitude, tendem a desconhecer a peculiaridade de distintas situações escolares e decidem e orientam como se todas as unidades fossem idênticas ou muito semelhantes. A conseqüência mais óbvia e indesejável de tentativas de homogeneização daquilo que é substantivamente heterogêneo é o fato de que as escolas ficam ou sentem-se desoneradas da responsabilidade pelo êxito de seu próprio trabalho, já que ele é continuamente objeto de interferências externas, pois ainda que essas interferências sejam bem intencionadas não levam em conta que a instituição "escola pública" é uma diversidade e não uma unidade.”

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Qual é o papel do estado na escolha do currículo?
Polêmicas
Sex, 13 de Fevereiro de 2009 17:53, Escrito por Rodrigo Travitzki

altEsta questão parece cada vez mais polêmica e decisiva para a educação, em especial no Brasil.

Devemos ter um currículo nacional mais rígido, como a França, ou mais flexível, como a Espanha? Que finalidade daremos ao currículo nacional? Homogeneidade de pensamento? Eficiência logística e administrativa? Embasar objetivamente formas de controle e punição?

Qual é a solução brasileira para o problema da diversidade cultural versus unidade administrativa?

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Um currículo atrás das grades?
Políticas públicas de educação
Seg, 05 de Janeiro de 2009 00:00, Escrito por Rodrigo Travitzki

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Saiu na Folha (23/12/2008) uma matéria de Tharsila Prates intitulada Educação de São Paulo volta atrás e mantém aulas de história. Diz que em 2009 as aulas de história mudariam de 8 para 5 por semana. Em todas as escolas estaduais de São Paulo.

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Grade curricular 2009: a secretaria de Educação de São Paulo publica resolução que fere autonomia das escolas e professores, diz APEOESP
Políticas públicas de educação
Qua, 03 de Dezembro de 2008 12:39, Escrito por Rodrigo Travitzki

A análise da resolução está no site da apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), e foi colada mais abaixo. Fiz um índice para agilizar a consulta.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: a grade sofreu alterações em 2011. Clique aqui para ver a grade atualizada.

Tabelas com as grades curriculares

Carga horária

Ensino Fundamental

Ensino Médio

Diretrizes para organização curricular

Matriz Curricular Básica para o Ensino Fundamental

Ciclo I

Ciclo II - 6º ao 9º anos ou 5ª a 8ª séries - Diurno com dois turnos diurno e período noturno*

Ciclo II -6º ao 9º anos ou 5ª a 8ª série - Diurno - Três turnos diurno

Ensino Médio - Formação Básica

Matriz Curricular - Período Diurno

Matriz Curricular - Período Diurno - Três turnos

Matriz Curricular - Período Noturno


Fax nº 79 - 28/11/2008

Resolução da SEE ataca autonomia das escolas e quer ampliar a municipalização. Estado quer obrigar os municípios a assumir o 1º ano do Ensino Fundamental

A Secretaria da Educação publicou no "Diário Oficial" de quarta-feira, 26, a Resolução SE 83, de 25 de novembro, que estabelece as diretrizes para a organização curricular do ensino fundamental e do ensino médio nas escolas estaduais.

 

Uma vez mais a secretária estadual de Educação impõe à categoria um pacote fechado sem qualquer discussão com a rede e, portanto, sem respeitar a autonomia das escolas. Entre outras medidas, por exemplo, estão previstas aulas aos sábados e, em conseqüência, a imposição de aulas a título de carga suplementar para os professores destas escolas, especialmente o PEB I. A APEOESP possui ação civil pública em trâmite que discute esse assunto. Como a ação ainda não foi julgada em primeira instância, há a possibilidade de se ajuizar mandado de segurança individual para aqueles que se sentirem prejudicados por essa situação.
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Educação para a democracia: alguns princípios
Por que educar?
Qui, 01 de Maio de 2008 13:55, Escrito por Rodrigo Travitzki

Um esforço sempre presente à prática da autoridade coerentemente democrática é o que a torna quase escrava de um sonho fundamental: o de persuadir ou convencer a liberdade de que vá construindo consigo mesma, em si mesma, com materiais que, embora vindo de fora de si, sejam reelaborados por ela, a sua autonomia. É com ela, a autonomia, penosamente construindo- se, que a liberdade vai preenchendo o “espaço” antes “habitado” por sua dependência. Sua autonomia que se funda na responsabilidade que vai sendo assumida.” Paulo Freire1

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