Políticas Estaduais de Educação

SP vai contratar professores reprovados na avaliação dos temporários
Políticas públicas de educação
Qua, 26 de Maio de 2010 12:37, Escrito por Rodrigo Travitzki

Enquanto o governo federal planeja elaborar uma prova nacional para professores, o governo estadual acaba de concluir que precisará contratar pessoas reprovadas na avaliação dos professores temporários (ou mesmo quem nem fez a avaliação). Será que realmente faltam bons professores em São Paulo? Ou será que o governo não conseguiu tornar a carreira de fato mais atraente? Enquanto as perguntas ficam sem resposta, a tão aclamada meritocracia continua a ocupar seu lugar de destaque ao lado do Papai Noel e do coelho da Páscoa.

E para ambos os governos, a mensagem é clara: o processo seletivo, em si, não gera professores melhores. Não há mágica. Não faz sentido culpar o atual corpo docente por falta de esforço e simplesmente aumentar o nível de exigência sem propiciar, paralelamente, condições melhores para atrair bons profissionais e estimular os que já estão lá.

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Bônus para professores de São Paulo- 2010
Políticas públicas de educação
Qua, 24 de Março de 2010 11:23, Escrito por Rodrigo Travitzki

Segue abaixo as informações principais sobre o bônus (gratificação) deste ano:

- Bônus deve ser pago nesta quinta, 25/3;

- Dos que receberão o bônus, 63% ganharão mais que R$ 2.500;

- "73% das escolas atingiram ou ultrapassaram as metas em ao menos um nível de ensino", segundo o secretário de educação, Paulo Renato;

- Não há previsão de aumento salarial: “Não temos considerado neste momento reajuste no salário-base, a não ser aquele que já vem com as gratificações, ou seja 5% agora, 5% no ano que vem e 5% no outro ano", diz Paulo Renato.

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Professores entram em greve em SP
Políticas públicas de educação
Sáb, 06 de Março de 2010 12:56, Escrito por Rodrigo Travitzki

Diz o jornal O Estado de São Paulo:

"Cerca de mil professores da rede de ensino estadual de São Paulo reunidos nesta sexta-feira, 5, em assembleia, aprovaram entrar em greve na próxima segunda-feira. Sem reajuste salarial desde 2005, a categoria reivindica reposição de 34,3%.

Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), durante as negociações não houve acordo com o Governo, que não ofereceu nenhuma contraproposta.

Atualmente, um professor de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental tem salário-base de R$ 785,50, na jornada de 24 horas semanais (na jornada de 40 horas por semana, o valor passa para R$ 1.597,55). Para o corpo docente que leciona de 5ª a 8ª série e no Ensino Médio, o salário-base é R$ 909,32 (R$ 1.834,85 para 40 horas semanais). O último reajuste foi de 15%."

Leia tudo em Professores da rede de ensino estadual de SP aprovam greve

Mudanças nas regras do Saresp podem ter interesse político
Denúncias
Seg, 01 de Março de 2010 01:27, Escrito por Rodrigo Travitzki

Segundo a jornalista Adriana Ferraz, o governo do Estado de São Paulo mudou o critério de classificação para elevar a média das escolas. Diz o início da reportagem Governo Serra altera classificação das notas para elevar médias (Agora, 27/02/2010)

"A gestão José Serra (PSDB) modificou a classificação do Saresp para elevar as médias dos alunos. Se o modelo utilizado no ano passado fosse mantido, nenhuma das séries avaliadas teria superado o conceito básico.

Pelo novo sistema, a Secretaria de Estado da Educação reduziu o número de notas dentro de uma escala que vai de zero a 500 pontos. Até 2008, o exame oferecia quatro conceitos: abaixo do básico, básico, adequado e avançado. Agora são apenas três. O básico e o adequado transformaram-se em suficiente, puxando a média para cima."

Batalhão de choque usa violência em manifestação de professores no Rio de Janeiro
Denúncias
Ter, 08 de Setembro de 2009 19:37, Escrito por Rodrigo Travitzki

"O Batalhão de Choque utilizou três bombas de efeito moral para dispersar manifestação de cerca de mil professores e profissionais de educação em frente à Alerj, na tarde desta terça-feira. Um professor teria sido detido e oito pessoas ficaram feridas com balas de borracha e estilhaços de bomba de gás lacrimogêneo. Seis vítimas estão sendo levadas para o Hospital Souza Aguiar e duas permanecem em observação na Alerj. Deputados e secretários estaduais ainda estão reunidos negociando uma forma de aprovar o projeto de lei que incorpora a gratificação do Nova Escola ao salário dos professores . O clima ainda é tenso no local."

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