Educação: Legislação

Salário de professor brasileiro é baixo e sistema é ineficaz, diz estudo internacional
O educador
Dom, 28 de Junho de 2015 09:30, Escrito por Rodrigo Travitzki

Em suma, no Brasil os professores tem péssimas condições de trabalho e, mesmo levando isso em consideração, temos um sistema muito ineficiente. Ou seja, estão certos os que dizem "não é possível educar bem com estes salários" e também estão certos os que dizem "é possível fazer melhor com o que já temos".

Foram comparados 30 países (membros da OCDE e alguns emergentes). O Brasil apareceu como um dos países onde os professores tem os piores salários (média dos últimos 15 anos, comparando com paridade de poder de compra). Além disso, é o país com mais alunos na sala de aula: em média 32 alunos por professor. Fora o Brasil e o Chile (com 27 alunos), nos outros países o tamanho da classe raramente ultrapassa 15 alunos.

Por fim, levando em conta estas e outras informações, o estudo classifica o sistema educacional brasileiro como o menos eficiente dentre os países analisados. Ou seja, quando comparamos o Brasil com países que também investem pouco em educação, mesmo assim temos resultados baixos nos testes. E muito menos eficiente, pois ficamos com 25% de eficiência enquanto o penúltimo colocado, a Indonésia, teve 51%, seguido da Suíça com 60% (pois é o país que melhor paga o professor).

A Finlândia (quem mais?) apresentou o sistema educacional mais eficiente dentre os 30 países analisados.

O estudo (ver original aqui) foi publicado no ano passado pela empresa Gems Education Solutions. com autoria de Peter Dolton, Oscar Marcenaro-Gutiérrez e Adam Still.

É importante salientar, contudo, que este não é um estudo publicado em "revista científica" e, portanto, não há nenhuma "garantia" sobre ele. Com uma rápida busca, encontramos uma crítica ao estudo, apontando algumas limitações nos métodos. Foi escrita por Clive Belfield e pode ser lida aqui.

Piso salarial dos professores da Educação Básica - pontos positivos e negativos
O educador
Qui, 28 de Agosto de 2014 07:46, Escrito por Rodrigo Travitzki

Veja o vídeo do Debate promovido pelo IPEA sobre o piso salarial, buscando explicar os pontos positivos e negativos. Participam do debate o Paulo Corbucci (pesquisador do Ipea) e Tássia Cruz (doutoranda na Universidade de Stanford). Atualmente, os professores da Educação Básica têm o piso salarial de R$ 1.697 para 40 horas semanais de trabalho.


Professora Amanda Gurgel fala da crise na educação para os deputados
Políticas públicas de educação
Sex, 20 de Maio de 2011 11:07, Escrito por Rodrigo Travitzki

Vejam esse belo depoimento da professora Amanda Gurgel durante audiência pública sobre o cenário da educação no Rio Grande do Norte.

Este vídeo está bombando na internet, e realmente vale a pena dar uma olhada.

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Piso Salarial de professores ainda não saiu do papel
O educador
Ter, 10 de Agosto de 2010 16:54, Escrito por Rodrigo Travitzki

Pois é, todos os candidatos falando em educação, novas teorias, reformas curriculares, inclusão digital e o escambau, mas ainda não saímos da escolinha do professor Raimundo: "E o salário, ó".

Segundo Tatiana Duarte: "Dois anos após ser aprovado, o Piso Nacional dos Professores ainda é desrespeitado pela maioria dos estados e municípios brasileiros. A afirmação é da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A entidade não tem um estudo sobre quantos estados e municípios não pagam o mínimo estabelecido por lei, mas, segundo levantamento feito pela CNTE, há professores que, mesmo com diploma de ensino superior, ganham pouco mais de um salário mínimo." Leia a notícia toda aqui

 

Paulo Renato propõe plano de carreira (e salário) para os professores de São Paulo
Políticas públicas de educação
Qua, 05 de Agosto de 2009 12:19, Escrito por Rodrigo Travitzki

dinheiro"Estamos criando níveis na carreira vinculados ao aperfeiçoamento do professor e criando faixas salariais que vão responder a esse aperfeiçoamento", afirmou ontem o secretário Paulo Renato Souza (...) A proposta, que precisa ser aprovada pela Assembleia Legislativa para entrar em vigor, cria cinco faixas salariais para os professores da rede.

"Dependendo das disponibilidades orçamentárias, até 20% dos professores poderão ascender à faixa seguinte ao fazer a prova", disse "

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