Educação

Segundo a LDB, "a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho."



Pátria Educadora: diretor da Faculdade de Educação da Unicamp comenta o documento (vídeo)

Entrevista com o prof. Luiz Carlos de Freitas sobre o documento "Pátria Educadora", elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (Mangabeira Unger).

Para Freitas, o documento ignora boa parte das discussões que as entidades educacionais brasileiras fizeram nos últimos anos. Discussões das quais o MEC fez parte, inclusive, e que depois de muito tempo e esforço, geraram alguns documentos que, supostamente, serviriam como referência para as formulações das políticas educacionais.

Além disso, não há referências científicas no documento "Pátria Educadora", o que é perigoso na medida em que as políticas públicas não podem se basear na intuição dos gestores, elas precisam ter base nas evidências produzidas pelos pesquisadores.

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Salário de professor brasileiro é baixo e sistema é ineficaz, diz estudo internacional

Em suma, no Brasil os professores tem péssimas condições de trabalho e, mesmo levando isso em consideração, temos um sistema muito ineficiente. Ou seja, estão certos os que dizem "não é possível educar bem com estes salários" e também estão certos os que dizem "é possível fazer melhor com o que já temos".

Foram comparados 30 países (membros da OCDE e alguns emergentes). O Brasil apareceu como um dos países onde os professores tem os piores salários (média dos últimos 15 anos, comparando com paridade de poder de compra). Além disso, é o país com mais alunos na sala de aula: em média 32 alunos por professor. Fora o Brasil e o Chile (com 27 alunos), nos outros países o tamanho da classe raramente ultrapassa 15 alunos.

Por fim, levando em conta estas e outras informações, o estudo classifica o sistema educacional brasileiro como o menos eficiente dentre os países analisados. Ou seja, quando comparamos o Brasil com países que também investem pouco em educação, mesmo assim temos resultados baixos nos testes. E muito menos eficiente, pois ficamos com 25% de eficiência enquanto o penúltimo colocado, a Indonésia, teve 51%, seguido da Suíça com 60% (pois é o país que melhor paga o professor).

A Finlândia (quem mais?) apresentou o sistema educacional mais eficiente dentre os 30 países analisados.

O estudo (ver original aqui) foi publicado no ano passado pela empresa Gems Education Solutions. com autoria de Peter Dolton, Oscar Marcenaro-Gutiérrez e Adam Still.

É importante salientar, contudo, que este não é um estudo publicado em "revista científica" e, portanto, não há nenhuma "garantia" sobre ele. Com uma rápida busca, encontramos uma crítica ao estudo, apontando algumas limitações nos métodos. Foi escrita por Clive Belfield e pode ser lida aqui.

 

Como debater de forma racional? Russell ensina.

Em tempos de acaloradas discussões pela internet, há todo um submundo dos comentários de redes sociais e sites que é revelador de nossas limitações em discutir certos assuntos utilizando aquela virtude que é supostamente comum à toda a espécie: a razão.

Frente a limitações, é sempre bom aprender um pouco mais. Vejamos então alguns princípios que podem ajudar aqueles que buscam, de fato, apurar a verdade dos fatos, de forma pública, honesta e transparente.

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Repressão violenta na greve de professores no Paraná: cenas de guerra

"Professores e servidores que estão hoje (29) na Assembleia Legislativa para acompanhar a votação de alterações na previdência do funcionalismo foram brutalmente agredidos pela Polícia Militar do governador Beto Richa (PSDB).

De acordo com o jornal paranaense Gazeta do Povo, que cobre os conflitos in loco, mais de 130 manifestantes estão feridos e oito encontram-se em estado grave. O SAMU divulgou que o número total de feridos é de 150 pessoas. Os que apresentam estado mais grave foram encaminhados para o hospital Cajuru, um deles com traumatismo craniano.

Foram utilizados blindados, bombas, balas de borracha, cães treinados e até um helicóptero para coibir os servidores."

Trecho retirado do portal "Pragmatismo Político" Leia a reportagem toda aqui

 


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