Altos executivos da informática escolhem escolas Waldorf para os filhos nos EUA

Ter, 03 de Janeiro de 2012 00:00 Rodrigo Travitzki Educação digital
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No final do ano passado saiu um interessante artigo no New York Times, contando a estória de profissionais do ramo da informática que preferem deixar seus filhos em escolas antroposóficas, onde se valoriza a criatividade, os trabalhos manuais, o desenvolvimento artístico, e onde não há um só computador para os alunos. Curioso não? Dá o que pensar...


O artigo começa assim (tradução livre):

"O diretor de tecnologia da eBay envia seus filhos para uma escola de nove salas. Assim o fazem executivos de gigantes do Vale do Silício, como Google, Apple, Yahoo e Hewlett-Packard.

Mas as ferramentas de ensino na escola são tudo menos high-tech: canetas e papel, agulhas de tricô e, ocasionalmente, lama. Não se encontra um computador. Nenhuma tela ou monitor. Eles não são permitidos na sala de aula, e a escola ainda franze a testa sobre seu uso em casa.

Escolas de todo país têm se apressado em suprir suas salas de aula com computadores, e muitos políticos dizem que é tolice fazer o contrário. Mas o ponto de vista oposto pode ser encontrado no epicentro da economia tecnológica, onde alguns pais e educadores têm uma mensagem: computadores e escolas não se misturam.

Esta é a Escola Waldorf da Península, uma das cerca de 160 escolas Waldorf no país que se inserem numa filosofia de ensino focado em atividades físicas e aprendizagem através de tarefas criativas e práticas. Aqueles que apóiam essa abordagem dizem que computadores inibem pensamento criativo, o movimento, a interação humana e atenção."

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Fonte:

(artigo original em inglês)
A Silicon Valley School That Doesn’t Compute (Matt Richtel)
New York Times , October 22, 2011

Versão traduzida completa:
http://www.sab.org.br/pedag-wal/artigos/NYT-Waldorf-Peninsula.htm

Última atualização em Qua, 28 de Dezembro de 2011 13:05