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Quem quer ser professor? Pesquisa revela profissão em baixa
O educador
Ter, 02 de Fevereiro de 2010 20:35, Escrito por Rodrigo Travitzki

Anda circulando por aí a notícia de que 2% dos jovens querem ser professor (a maioria quer fazer direito, engenharia e medicina). O dado vem de uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, foi divulgado pelo Gilberto Dimenstein e está por toda a rede. As "notícias-espetáculo" se espalham rapidamente, mas pouca gente dá atenção às letras miúdas. Resolvi dar uma olhada na pesquisa propriamente dita e vi muita coisa interessante/alarmante.

De fato, o estudo mostra que a profissão de professor está em baixa no imaginário dos jovens, mas seria bom fazer uma ressalva sobre o número. Esses 2% referem-se aos alunos que querem fazer pedagogia ou alguma licenciatura. Eu, por exemplo, que sou professor há dez anos, não teria feito esta opção no ensino médio. O número aumenta para 11% quando inclui as opções por carreiras acadêmicas, ligadas à docência (matemática, história, etc...).

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Por que os professores faltam tanto?
O educador
Qua, 21 de Outubro de 2009 22:40, Escrito por Rodrigo Travitzki

A mesa foi coordenada por Aparecida Neri Souza, professora da Faculdade de Educação da Unicamp. Ela destacou como elemento comum das falas iniciais dos debatedores o destaque ao mal-estar na profissão docente, tratado como fenômeno social. “Há uma desvalorização da carreira, simultânea às mudanças nas exigências profissionais, com situações de violência e de indisciplina, por exemplo”, afirmou.

Neri destacou os efeitos negativos da profissão, sentimentos como angústias, alienação, ansiedade, banalização do mal e postura desumanizada diante das condições de vida que passam pelos olhos do professorado em sala de aula. “Nesse contexto, o absenteísmo surge como estratégia de defesa, assim como a remoção, evasão e desvio de função”. Para Neri, o professor é movido pela crença de que a educação transforma e “a impossibilidade disso, o descompasso entre expectativas e possibilidade de alcançá-las provoca estresse laboral”.

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Professores do Brasil: pesquisa da UNESCO disponível para baixar
O educador
Sáb, 17 de Outubro de 2009 16:40, Escrito por Rodrigo Travitzki

Professores do Brasil: impasses e desafios

Coordenadoras: Gatti, Bernadete A.; Barretto, Elba siqueira de Sá

Resumo: "A UNESCO, em sua missão de cooperar com a política educacional dos governos, com o apoio do Ministério da Educação, concebeu um projeto para o desenvolvimento de amplo estudo sobre a formação inicial e continuada e a carreira dos professores no Brasil. O intuito deste estudo foi de oferecer às diversas instâncias da administração educacional do país um exame crítico do quadro vigente, seguido de orientações e recomendações, para servir de subsídio para uma efetiva valorização dos professores. A fase atual da educação brasileira não é mais de denúncia de seus maus resultados, mas o delineamento de soluções possíveis e necessárias. Por isso, as pesquisadoras da Fundação Carlos Chagas, Bernadete Gatti e Elba de Sá Barreto, que coordenaram o estudo, publicam este documento, pelo qual a UNESCO disponibiliza a todos que possuem responsabilidade na formulação da política educacional."

 

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Alguns tipos clássicos de professor
O educador
Sex, 16 de Outubro de 2009 11:22, Escrito por Rodrigo Travitzki

Não pude escrever algo sobre o dia dos professores - estava fechando notas... Mas encontrei estas interessantes definições no twitter de @LoouisFelipe.

Ele descreve de maneira simples e sincera as diferentes formas de se exercer a profissão docente - do ponto de vista dos alunos. Juntei as definições abaixo, sob o título:

Tipos de professor que todos conhecem

  • Todo curso tem que ter um professor chato. Ninguém gosta dele. Normalmente é o cara que no final todo mundo tem que admitir que aprendeu muito com ele.
  • Tem professor que o cara é simplesmente um artista. Dá aula como se estivesse representando uma peça de Shakespeare;
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Paulo Renato propõe plano de carreira (e salário) para os professores de São Paulo
Políticas públicas de educação
Qua, 05 de Agosto de 2009 12:19, Escrito por Rodrigo Travitzki

dinheiro"Estamos criando níveis na carreira vinculados ao aperfeiçoamento do professor e criando faixas salariais que vão responder a esse aperfeiçoamento", afirmou ontem o secretário Paulo Renato Souza (...) A proposta, que precisa ser aprovada pela Assembleia Legislativa para entrar em vigor, cria cinco faixas salariais para os professores da rede.

"Dependendo das disponibilidades orçamentárias, até 20% dos professores poderão ascender à faixa seguinte ao fazer a prova", disse "

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Como fazer uma boa apresentação oral?
Métodos de ensino
Sex, 29 de Maio de 2009 15:35, Escrito por Rodrigo Travitzki

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Oratória, arte dos contadores de estória, políticos, apresentadores, professores... Esta semana conheci o TED Talks, um belíssimo encontro de pessoas e idéias. São várias palestras, verdadeiras pérolas que abrem novos mundos para as idéias. Vale a pena ver. Um dos segredos destas palestras (além dos palestrantes, claro) são as regras básicas, os 10 mandamentos do TED talk, que coloco abaixo.

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Fim da "Lei da mordaça" em São Paulo: agora só falta o Serra, diz Giannazi
Políticas públicas de educação
Sex, 19 de Dezembro de 2008 15:02, Escrito por Rodrigo Travitzki

No artigo "Fala mestra!, Fala mestre!", Sergio Haddad identifica fatores que inibem o professor brasileiro, como leis do tempo da ditadura proibindo a livre expressão dos funcionários públicos. Elas existem sob diversas formas em quase todos os estados brasileiros.

Agora, no site do deputado Carlos Giannazi (13/12/2008) descobrimos que:

"Um projeto de lei que foi aprovado no dia 10 de dezembro pela Assembléia Legislativa pôs fim ao artigo 242 da Lei Estadual 10261/68, conhecida como "Lei da Mordaça", que proibia o servidor público de se manifestar criticamente em relação aos atos da administração. Professores foram punidos com base nesta lei ao longo de sua vigência.

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