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Políticas públicas de educação
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Dom, 21 de Outubro de 2012 12:53, Escrito por Rodrigo Travitzki
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De acordo com os resultados que obtive até agora em meus estudos de doutorado, o ranking de escolas do ENEM informa mais sobre as condições familiares dos alunos do que sobre a eficácia das escolas. Isto não é uma exclusividade do ENEM, não é um "defeito" deste exame, pelo contrário, é a tendência geral quando se avalia escolas a partir de provas individuais. Segundo a literatura científica internacional, esta influência das condições socioeconômicas da familia é sempre alta, varia de 70% a 95%. Meus resultados indicam que no ENEM 2009 foi em torno de 80%.
O que isto significa? Aí já entramos num terreno mais controverso, pois há diversas formas de interpretar estes dados. O que dá pra dizer, com alguma certeza, é que precisamos tomar cuidado ao valorizar demais este tipo de ranking, precisamos ter cautela ao pautar nossas decisões privadas e públicas com base nestas informações, porque não sabemos muito bem o que está sendo informado.
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Políticas públicas de educação
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Dom, 30 de Janeiro de 2011 22:52, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Desde 2009 o ENEM serve como certificado de conclusão do Ensino Médio, mesmo para quem nunca frequentou uma escola. O direito à educação informal já estava na constituição, mas ainda não tinha sido implantado. Este ano mais de 110 mil pessoas poderão obter esta certificação, segundo o Uol Educação. Quem quiser saber se está nesta lista, pode ver no site do Inep.
Prerrequisitos para obter o certificado: ser maior de 18 anos, ter feito pelo menos 400 pontos nas provas e 500 na redação. A emissão dos certificados fica por conta das secretarias estaduais e alguns institutos federais. Veja as orientações do Inep sobre a certificação. |
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Políticas públicas de educação
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Qua, 15 de Dezembro de 2010 13:24, Escrito por Rodrigo Travitzki
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O novo Plano Nacional de Educação foi apresentado hoje (15/12) pelo ministro da Educação Fernando Haddad ao presidente Lula. O projeto de lei descreve, dentre outras coisas, as 20 metas para a próxima década (2011-2020).
Disponibilizo abaixo a íntegra do Plano. Para proporcionar uma visão geral mais clara, fiz um índice com as metas.
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Políticas públicas de educação
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Sáb, 06 de Novembro de 2010 11:49, Escrito por Rodrigo Travitzki
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A questão da condição de trabalho dos professores é um grande gargalo nas políticas públicas de educação. Não basta dar bônus ou fazer provas de seleção (como se faz em empresas), veja o exemplo do estado de São Paulo que teve que contratar professores reprovados nos testes. Por quê? Porque quase ninguém quer ser professor, como constata pesquisa da Fundação Carlos Chagas.
Ou seja, há muito o que fazer. Além de focar na formação de professores, precisamos mudar as estruturas, as condições de trabalho, não adianta ficar passando maquiagem. E o que os legisladores estão propondo para o país?
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Políticas públicas de educação
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Qua, 01 de Setembro de 2010 13:06, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Ontem (31/ago) diversas entidades de nível nacional assinaram uma carta-compromisso que estabelece algumas metas para a educação. A carta será apresentada a todos os candidatos, que poderão ou não assinar. Claro que este tipo de assinatura não vale tanto quanto a que está num contrato, caso contrário teríamos muitos líderes políticos na prisão. Mas já é alguma coisa, é um documento que define 7 objetivos prioritários para a educação na próxima década (veja abaixo), um esforço no sentido de criarmos um pacto nacional pela educação, algo que esteja além das gestões e dos partidos. Confira se seu canditado assinou a carta.
Veja mais detalhes no texto abaixo, retirado do portal todospelaeducacao.org.br.
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O educador
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Ter, 10 de Agosto de 2010 16:54, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Pois é, todos os candidatos falando em educação, novas teorias, reformas curriculares, inclusão digital e o escambau, mas ainda não saímos da escolinha do professor Raimundo: "E o salário, ó".
Segundo Tatiana Duarte: "Dois anos após ser aprovado, o Piso Nacional dos Professores ainda é desrespeitado pela maioria dos estados e municípios brasileiros. A afirmação é da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A entidade não tem um estudo sobre quantos estados e municípios não pagam o mínimo estabelecido por lei, mas, segundo levantamento feito pela CNTE, há professores que, mesmo com diploma de ensino superior, ganham pouco mais de um salário mínimo." Leia a notícia toda aqui
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