greve

Repressão violenta na greve de professores no Paraná: cenas de guerra
O educador
Qua, 29 de Abril de 2015 19:27, Escrito por Rodrigo Travitzki

"Professores e servidores que estão hoje (29) na Assembleia Legislativa para acompanhar a votação de alterações na previdência do funcionalismo foram brutalmente agredidos pela Polícia Militar do governador Beto Richa (PSDB).

De acordo com o jornal paranaense Gazeta do Povo, que cobre os conflitos in loco, mais de 130 manifestantes estão feridos e oito encontram-se em estado grave. O SAMU divulgou que o número total de feridos é de 150 pessoas. Os que apresentam estado mais grave foram encaminhados para o hospital Cajuru, um deles com traumatismo craniano.

Foram utilizados blindados, bombas, balas de borracha, cães treinados e até um helicóptero para coibir os servidores."

Trecho retirado do portal "Pragmatismo Político" Leia a reportagem toda aqui

Salve o professor!
O educador
Ter, 15 de Outubro de 2013 19:19, Escrito por Rodrigo Travitzki

Esse título, no contexto do dia dos professores, pode significar um "bravo", um "salve", um "hip hip urra" aos profissionais de tão importante atividade humana. Mas também pode ser que, por algum motivo, tais profissionais estejam à beira da extinção, assim como algumas espécies de mamíferos. Crise do capitalismo, crise da pós modernidade, crise na educação, não sabemos bem por onde começar.

Nesse dia dos professores, além de parabenizar a tantos colegas e pessoas queridas, eu gostaria de manifestar meu apoio aos professores do Rio de Janeiro, que estão em greve há dois meses e vêm sendo duramente reprimidos pelas forças do estado, ao invés de serem minimamente escutados.

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Professores entram em greve em SP
Políticas públicas de educação
Sáb, 06 de Março de 2010 12:56, Escrito por Rodrigo Travitzki

Diz o jornal O Estado de São Paulo:

"Cerca de mil professores da rede de ensino estadual de São Paulo reunidos nesta sexta-feira, 5, em assembleia, aprovaram entrar em greve na próxima segunda-feira. Sem reajuste salarial desde 2005, a categoria reivindica reposição de 34,3%.

Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), durante as negociações não houve acordo com o Governo, que não ofereceu nenhuma contraproposta.

Atualmente, um professor de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental tem salário-base de R$ 785,50, na jornada de 24 horas semanais (na jornada de 40 horas por semana, o valor passa para R$ 1.597,55). Para o corpo docente que leciona de 5ª a 8ª série e no Ensino Médio, o salário-base é R$ 909,32 (R$ 1.834,85 para 40 horas semanais). O último reajuste foi de 15%."

Leia tudo em Professores da rede de ensino estadual de SP aprovam greve

Dalmo Dallari fala sobre greve na USP, em entrevista na Folha
Políticas públicas de educação
Seg, 15 de Junho de 2009 15:59, Escrito por Rodrigo Travitzki

Uma visão mais lúcida a respeito de toda a confusão que gerou as cenas de violência gratuita na USP semana passada. Dalmo Dallari é uma referência conhecida em questões éticas e jurídicas, e sua entrevista serve como contraponto aos pontos de vista mais extremados sobre a greve, a polícia, a reitora e tudo mais.

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Cenas de violência gratuita na USP
Denúncias
Qua, 10 de Junho de 2009 15:24, Escrito por Rodrigo Travitzki

violencia-policial-na-uspAlém de professor sou também aluno. Faço doutorado na USP e venho sentindo alguns efeitos da greve em meu cotidiano. Nada fatal, apenas falta de biblioteca, bandejão, cepeusp, e uma aula cancelada hoje em virtude da violência no campus. Ontem, helicópteros sobrevoavam a USP enquanto o Datena ao vivo narrava o conflito. Sociedade do espetáculo.

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Ombudsman faz duras críticas à cobertura da folha sobre a greve dos professores
Políticas públicas de educação
Ter, 15 de Julho de 2008 11:30, Escrito por Rodrigo Travitzki

Um pouco de razão, enfim. Li nestes dias a crítica do ombudsman da folha à cobertura deste jornal sobre a recente greve docente. Para os assinantes, o texto está disponível aqui http://www1.folha.uol.com.br/folha/ombudsman. A folha não deixa sequer um trecho disponível para o grande público, revelando a importância que dá à auto-crítica.

Disponibilizo o texto abaixo, acreditando que é obrigação de um jornal deste porte fazer sua auto-crítica publicamente (caso você tenha alguma questão em relação a isso, pode deixar um comentário).

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Greve de professores em São Paulo
Políticas públicas de educação
Sex, 20 de Junho de 2008 09:45, Escrito por Rodrigo Travitzki

Por que Serra trata os professores da rede pública de sp como se eles fossem alunos mimados? Por que a "grande revolução" nas políticas educacionais do estado, que o governo diz estar fazendo, é jogada de cima pra baixo na cabeça dos docentes? Quem são esses brilhantes deuses do monte Olimpo que se recusam a falar com os mortais?

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