evolução

Árvore filogenética dos Vertebrados - para usar em aula
Material didático/ pedagógico
Dom, 07 de Março de 2010 22:27, Escrito por Rodrigo Travitzki

Fiz este desenho para simplificar o estudo da filogenia animal sem precisar perder a precisão científica com isto. É difícil conjuminar o didático e o acadêmico. Uma forma que encontrei foi de fazer uma árvore filogenética (ou cladograma) incompleta, mas correta. Nem tudo que chamamos de peixe, por exemplo, está nesta árvore, nem todos os répteis. Mas foram escolhidos alguns táxons (grupo de seres vivos em qualquer nível de classificação) representativos dos 5 grandes grupos de vertebrados (peixes, anfíbios, repteis, mamíferos e aves). Assim, podemos dizer que, se escolhermos estes oito grupos de seres vivos, podemos ter uma boa ideia geral da filogenia dos vertebrados, sem perder a precisão científica. Os táxons estão com o nome científico, em latim, e suas relações de parentesco foram desenhadas com base nas informações do portal Tree of Life Web Project, em fevereiro de 2010.

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O criacionismo pode ser ensinado nas aulas de ciências?
Polêmicas
Sáb, 17 de Janeiro de 2009 00:11, Escrito por Rodrigo Travitzki

Comento abaixo alguns trechos da reportagem MEC diz que criacionismo não é tema para aula de ciências, de Fábio Takahashi e Talita Bedinelli (Folha de S.Paulo 13/12/2008). Veja também a discussão sobre o acordo Brasil-Vaticano, que trata do catolicismo nas escolas públicas.


"O Ministério da Educação tomou posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país. Para o MEC, o modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais (ligados a uma crença religiosa).

"A nossa posição é objetiva: criacionismo pode e deve ser discutido nas aulas de religião, como visão teológica, nunca nas aulas de ciências", afirmou à Folha a secretária da Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar.

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Como a evolução pode ser relacionada com ecossistema e complexidade?
Trabalhos Escolares
Sex, 14 de Novembro de 2008 19:19, Escrito por Marco luppi e Olivia Lui

A evolução das espécies pode ser analisada de um ponto de vista meramente factual, só olhando para um individuo e sua espécie em particular. Deste modo podemos aumentar o detalhamento da evolução da espécie, e chegar a respostas sobre como o corpo funciona do ponto de vista bioquímico, analisando a fundo uma imensa gama de processos e todas suas funcionalidades dentro e fora do individuo.

Porém, ao analisar deste jeito perdemos de vista como foi e ocorre o processo evolutivo de bio seleção, já que quando uma espécie evolui, algo muda no seu corpo ou na maneira de agir, e pode afetar de maneiras imprevisíveis o seu nicho ecológico. Com isso não só se afeta uma espécie em particular, mas todas que freqüentam o mesmo habitat. Isso pode causar a curto e longo prazo uma mudança na ordem do nicho, e assim podendo levar as espécies ou a sumirem ou entrarem em um processo evolutivo, na tentativa de se adaptar a nova condição imposta.

 

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Lamarck também estava certo?
Polêmicas
Seg, 12 de Maio de 2008 13:06, Escrito por Rodrigo Travitzki

Recebi o texto "Do que os genes se lembram" (Philip Hunter), via lista de emails, do prof. Dr. J.C. Voltolini. Hunter trata de estudos recentes que sugerem uma influência direta do ambiente na expressão gênica das gerações seguintes. Foram 31 genes (relacionados ao cérebro) cujo conteúdo (sequência de bases) não foi alterado - o que mudou foi a expressão, ou seja, a quantidade de proteínas produzidas. E esta mudança foi altamente correlacionada a condições estressantes na vida dos pais.

Se este fato for confirmado, muito poderemos aprender sobre a evolução das espécies - principalmente, creio eu, das espécies mais complexas.

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