desempenho escolar

Escola forte pode gerar fragilidade emocional
Métodos de ensino
Qua, 03 de Agosto de 2011 09:13, Escrito por Rodrigo Travitzki

Na revista Época dessa semana há uma interessante reportagem sobre as chamadas escolas "tradicionais", consideradas "fortes" em virtude de bons resultados em vestibulares e no ENEM. Não é raro observar, nas revistas semanais, artigos de opinião criticando as chamadas escolas "alternativas" ou enaltecendo as primeiras colocadas nos rankings nacionais.

É claro que os pais desejam uma carreira de sucesso para os filhos e, com base em tais informações, acabam procurando as instituições no topo do ranking. Nesse sentido, a escola vai deixando de ser um lugar para proporcionar o desenvolvimento pleno do ser humano, tornando-se cada vez mais um grande cursinho, uma longa preparação para testes. Não há trabalho em grupo nem discussão de valores éticos, não há tempo para reflexão, não há estímulo ao encontro e à amizade. A escola se justificaria apenas pelo ENEM e pelos vestibulares. Como no filme Harry Potter e a Ordem da Fênix, a escola deixa de ensinar os alunos a fazerem feitiços, pois sua finalidade é preparar para os exames finais.
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Bolsa Família eleva aprovação escolar, diz MEC
Políticas públicas de educação
Qui, 13 de Maio de 2010 14:58, Escrito por Rodrigo Travitzki

DEU NA AGÊNCIA ESTADO:

"Com um menor grau de abandono dos estudos, os alunos do Bolsa-Família tiveram desempenho na educação semelhante à média dos estudantes matriculados nas classes de ensino fundamental das escolas públicas do País. No ensino médio, os beneficiários do programa de transferência de renda registraram índices de aprovação maiores.

Os resultados aparecem no cruzamento feito pelo Ministério da Educação (MEC) do desempenho dos alunos do Bolsa-Família com dados do censo escolar. Trata-se do primeiro retrato do impacto do programa nos resultados da educação. Até então, o acompanhamento se limitava ao registro de frequência às aulas, condição para a permanência das famílias no programa.

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Pedagogia Ômega 3
Métodos de ensino
Seg, 08 de Dezembro de 2008 20:24, Escrito por Rodrigo Travitzki

O artigo abaixo pode levar o leitor distraído à idéia de que os cientistas estão criando uma nova forma de deixar as pessoas mais inteligentes. Fármacos de ômega 3 serão (ou já são) anunciados como se inaugurassem uma pedagogia, uma condução da pessoa rumo ao saber. E vão custar caro, mesmo que venham da banana. Mas será que a coisa funciona assim mesmo? Quanto mais castanhas comemos mais inteligentes ficamos? Existe uma dieta ideal para virar gênio? Leia o artigo com calma e tire sua própria opinião.

A influência dos alimentos no cérebro é evidente, como em todo o corpo. Em termos sociais e políticos, creio, isso quer dizer que educação e desnutrição se trata junto. E para o professor, dependendo de onde trabalhe, este pode ser um fator importante para compreender os alunos e fazer escolhas a partir desta compreensão.
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