cultura

µTorrent: o rizoma cultural da internet
Utopia e cotidiano: buscando práticas idealistas
Seg, 20 de Janeiro de 2014 10:27, Escrito por Rodrigo Barcellos, Antonio Nascimento, Paulo Martins Filho

"Queremos uma sociedade em que não é preciso obter capital para se obter cultura. O acesso a cultura deve ser universal, pois ela é feita por todos, assim, deve ser acessível a todos. A cultura é um patrimônio universal. O µTorrent permite que qualquer um com acesso à internet tenha acesso a bens culturais, isto é, colocando a cultura em seu devido lugar: na mão de todos, apesar da própria internet ainda não ser um direito humano."

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O Centro Cultural São Paulo e a democratização da arte
Utopia e cotidiano: buscando práticas idealistas
Qui, 24 de Novembro de 2011 16:06, Escrito por Bruno Ribeiro de Mello, Bruno Top Tiro Rocha Lima e Tainá Sandroni

1 – Informações Gerais

O Centro Cultural São Paulo localiza-se na Rua Vergueiro, no bairro do Paraíso, e é um espaço cultural multi disciplinar, oferecendo exposições de teatro, dança, cinema, artes plásticas, música, oficinas, debates e cursos.

Fica entre a Rua Vergueiro e a Avenida 23 de Maio, próximo às estações Vergueiro e Paraíso do metrô (Linha azul e Linha verde/azul, respectivamente). É possível conhecer mais sobre e consultar datas de exposições no site: http://www.centrocultural.sp.gov.br/index.asp

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OSESP: uma Orquestra em Direção a uma Utopia Cultural
Utopia e cotidiano: buscando práticas idealistas
Sex, 27 de Novembro de 2009 23:17, Escrito por Ivan Dantas

John Neschling assume a orquestra com o plano de torná-la uma das melhores da América latina. Na época ela não tinha nem sede e ensaiava em um restaurante, os músicos, de baixo nível em sua maioria, eram mal pagos e estavam, desde a morte do Maestro Eleazar, se auto gerindo. John Neschling, como bom político que é, consegue verba enorme para seu projeto, contratando músicos estrangeiros(hoje, mais da metade dos músicos são de fora) e construindo uma sala nos níveis mais altos internacionais: a Sala São Paulo. (...)

A atividade é uma maneira de se caminhar rumo a esta utopia por causa de seus projetos de maior democratização da música clássica, como, por exemplo, pelos ingressos por preços baixíssimo (cerca de dois reais) para concertos majoritariamente matutinos, e pela iniciativa do ‘Ingresso da hora’. Esta propõe a dez minutos do início do concerto, os ingressos que sobrarem por dez reais, independentemente do lugar. Trata-se de uma boa orquestra com bons estudantes admiráveis e o público no geral tem contato com ela, como na virada cultural.

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