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Métodos de ensino
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Seg, 16 de Abril de 2012 05:03, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Entrei em contato com este vídeo através do Facebook e gostei muito. Ele trata de algumas questões importantes sobre o modelo de educação pública que vem crescendo desde o iluminismo e suas contradições. O autor defende uma mudança de paradigmas e, diferente de muitos outros discursos parecidos, busca explicar como seria esta mudança. O centro da argumentação é o chamado pensamento divergente, que seria, simplificando, a habilidade de dar muitas respostas para a mesma pergunta.
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Políticas públicas de educação
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Sex, 20 de Maio de 2011 11:07, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Vejam esse belo depoimento da professora Amanda Gurgel durante audiência pública sobre o cenário da educação no Rio Grande do Norte.
Este vídeo está bombando na internet, e realmente vale a pena dar uma olhada.
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Princípios filosóficos
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Sex, 09 de Abril de 2010 10:54, Escrito por Rodrigo Travitzki
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AZANHA: "A legitimidade política da reivindicação por uma maior participação na discussão e no encaminhamento dos interesses coletivos conduziu os educadores, muitas vezes sem maior análise, a exigirem tembém que as questões educacionais, muitas das quais embora estritamente técnicas, passassem a ser discutidas e resolvidas por assembléias e conselhos não apenas de educadores e de pais, mas até mesmo de alunos. Não se põe em dúvida que incentivar as comunidades a se interessarem pela escolas que as servem e a pressioná-las a serem boas escolas é inteiramente defensável. Daí a admitir que a situação pedagógica não requer nenhuma qualificação profissional para a sua condução é até mesmo uma desvalorização da formação do professor. Quais são as perspectivas de que esse encaminhamento seja razoável e contribua efetivamente para a solução da crise educacional em que vivemos?"
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O educador
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Ter, 02 de Fevereiro de 2010 20:35, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Anda circulando por aí a notícia de que 2% dos jovens querem ser professor (a maioria quer fazer direito, engenharia e medicina). O dado vem de uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, foi divulgado pelo Gilberto Dimenstein e está por toda a rede. As "notícias-espetáculo" se espalham rapidamente, mas pouca gente dá atenção às letras miúdas. Resolvi dar uma olhada na pesquisa propriamente dita e vi muita coisa interessante/alarmante.
De fato, o estudo mostra que a profissão de professor está em baixa no imaginário dos jovens, mas seria bom fazer uma ressalva sobre o número. Esses 2% referem-se aos alunos que querem fazer pedagogia ou alguma licenciatura. Eu, por exemplo, que sou professor há dez anos, não teria feito esta opção no ensino médio. O número aumenta para 11% quando inclui as opções por carreiras acadêmicas, ligadas à docência (matemática, história, etc...).
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O educador
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Dom, 26 de Outubro de 2008 11:31, Escrito por Rodrigo Travitzki
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É uma das perguntas que podemos fazer a partir das idéias de Lisete Arelaro na reportagem Sozinho, professor não muda a educação, avaliam especialistas que colei abaixo:
Amanda Cieglinski, repórter da Agência Brasil
Brasília - Bons salários e uma formação adequada aos professores não garantem melhoria da qualidade do ensino, acreditam educadores. "O professor é variável fundamental no processo, mas não é a única", avalia a doutora em educação da Universidade de São Paulo (USP), Lisete Arelaro. No dia do professor, a especialista lembra que a educação é formada por uma série de fatores e o docente, apesar de ser peça-chave, "não muda sozinho a escola e o sistema".
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Políticas públicas de educação
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Qua, 03 de Setembro de 2008 00:04, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Estudantes e profissionais de todo o Brasil realizaram mais uma vez o esforço coletivo chamado ENEM. Numa rápida busca pela rede, os formadores de opinião parecem estar satisfeitos com o processo como um todo. Alguns dizendo que a prova está mais difícil, outros que está igual, a maioria concordando que era cansativa e teve maior número de gráficos e tabelas. Já começam a aparecer estatísticas sobre o exame, pressupondo que ele é uma boa fonte de informação sobre qualidade de ensino. Mas quase não se vê alguém avaliando a qualidade do que foi feito, no sentido mais amplo da palavra. |
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O educador
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Ter, 01 de Julho de 2008 23:07, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Esta é uma daquelas questões que pode não terminar nunca (para aqueles que gostam de uma boa discussão) ou nem sequer ser feita (pelos tipos mais "práticos" ou adoradores do "choque de gestão"). Pode também ser encarada como um ciclo vicioso: o professor é ruim porque não é valorizado, e não é valorizado porque é ruim. Este é o tipo de argumento para quem não quer discutir ou que não acredita na reflexão como forma de ajudar nas políticas de educação brasileiras. Não é nada contra o professor, o aluno, ou mesmo o político. O problema é estrutural, é cultura, é o Brasil, é o capital, etc e tal.
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